O leão dormindo, em sua majestade, relaxa. Ronca um ronco engraçado, enquanto sua juba cai majestosa nos travesseiros. Se você olhar bem, vê disfarçado um pequeno gato, um bichinho peludo, que você pode abraçar, e é quente e macio.
Não acordemos o leão, não o abracemos apertado demais. Dormindo, o leão quer ser coberto e oferecer parte do peito como travesseiro. Não o faça sentir-se como o gatinho peludo. Quando ele se tornar o pequeno gato, aprecie, mas não desarme sua majestade. Deixe-o em sua pose. Se ele se ver como um gato, saltará, num susto, arisco como um. E não queremos isso.
Respeite o leão ostensivamente para aproveitar sutilmente o gato. Ambos nunca notarão que, por alguns instantes da noite, você tem e brinca com os dois.
Novamente agradeçamos: obrigada, Deus, pelos leões!
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