sábado, 18 de outubro de 2014

Reflexões de flashbacks canábicos fora de hora: amei, com todas as minhas forças, de uma maneira totalmente desprovida de amor até hoje.

E amor é, num limite, respeitar a humanidade do outro.

É nada menos que impressionante perceber agora na minha postura supostamente romântica o quanto não pude amar de fato.

E o quanto amar é desafiador e raro. É uma forma de perfeição que só somos capazes de experimentar glimpses, pela nossa própria humanidade.

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